segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Finalmente, em dueto. (For those who understand)

Humores e Disposições

Não apetece. E quando não apetece, não se faz.
Isso também é ser mais forte.

Carta de Recomendação

SAVE YOUR SOUL

Tell me lover, tell me where have you been
I've been sitting in this chair since half past ten
I've been wondering when you might just walk through the door
And now we'll sit and talk about it

You don't listen, you don't even try very hard
Your good intentions, well they don't seem to go very far
And now we're going tit for tat until somebody draws blood
But no one's gonna sleep tonight

Save your soul before it's too late
'Cause nothing's gonna change my mind
And nothing's gonna change your ways

Tell me lover, tell me where we went wrong
I'd beg forgiveness but I know that your will is strong
And there's the fact that you're the one that put someone on the side

No, no, no, no, no
There's no difference, those omissions and the sting of the past
Your indiscretion from the start determined if it would last
And now I'm standing on the verge of maybe drawing the line
And no one's gonna sleep tonight

Save your soul before it's too late
'Cause nothing's gonna change my mind
And nothing's gonna change your ways

(Nothing's gonna change my mind
Nothing's gonna change your ways
Nothing's gonna change my mind
Nothing's gonna change your ways)

Save your soul before it's too late
'Cause nothing's gonna change my mind
And nothing's gonna change your ways

(S.W.R.)

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

O Vendaval

O vendaval passou, nada mais resta
A nau do meu amor tem outro rumo
Igual a tudo aquilo que não presta
O amor que me prendeu desfez-se em fumo

Navego agora em mar de calmaria
Ao sabor da maré em verdes águas
Ao leme, o esquecimento e a alegria
Vai deixando para trás as minha mágoas

P’ra onde vou, não sei
O que farei, sei lá
Só sei que me encontrei e que eu sou eu, enfim
E sei que ninguém mais rirá de mim


Junto da cais ficou a tua imagem
Mal a distingo, já desmaecida
Comigo a alegrar-me a viagem
Vão andorinhas de paz, de nova vida

Sigo tranquilo o rumo da esperança
Buscando aquela paz apetecida
Para ti eu fui um lago de bonança
E tu o vendaval na minha vida

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Livro dos Itenerários

"Sempre chegamos ao sítio aonde nos esperam"

José Saramago

Sem Título

Às vezes parece que começas a perder. E perdes tudo. Não é um equívoco. Perdes, perdes tudo. E quando já não há nada a perder, é preciso que tudo surja como novo. Da vontade, da força, da determinação. Da esperança, que nos faz mais humanos que qualquer outra coisa.
E tudo renasce. Descobrimos os livros de novo, não os mesmos, ou até os mesmos. O vento. A paisagem. As pancadas nas mesas voltam a doer.
As pessoas voltam.
Não é um erro, nem presunçoso, achar que somos guerreiros.
Porque no fim, quando recuperamos tudo de nós, temos a reconquista.